E SE BANDIAMO CO FUQUI
Cumo noticiado aqui trêis antônte, pedimos para que os leitores enviassem-nos e-mails, informando como ficaram as localidades constantes no relatório de manutenção das autopistas republicanas enviado diretamente do Palácio para nossa Central de Jornalismo.
Agradecemos os diversos e-mails que recebemos dos quatro cantos da República do Revirado pedindo para que enviássemos o fuqui da reportáge para conferir a situação das estradas, no entanto como desta vez o interesse era conferir apenas as estradas constantes no relatório que segundo o Palácio já estariam recuperadas, selecionamos algumas e se boliamos para conferir diretamente nas comunidades.
Antes da saída partimo 3 milhero de lenha, fizemo 150 metro de cerca e carpimo 3 lote na praça pra móde abastecer o Fuqui, devido à alta quilometragem que teríamos que percorrer.
Como mesmo depois de tanto trabáio, não conseguimos combustíve para visitar todas as localidades, selecionamos as principais solicitadas pelos leitores.
São elas: Santa Catarina, Fazenda Marli, Araçá, Freguesia e São José.
Desta forma, compretemo o tanque do fuqui no Posto do Dotôr Édso e se fumo diretamente da Praça pra banda do Araçá.
Fuqui da reportáge saindo da praça.
Iniciamos nosso trajeto passando pela primeira rodovia que integra o circuito da 282 até a estrada pra Curitibano, a famosa estrada da Neusa que liga 282 ao Araçá.
Localidade de Araçá virada num alêjo de estrada.
A estrada do Araçá estava realmente recuperada e virada num alêjo. Arguns pontos pudemos inclusive largar o fuqui na banguela metendo o pé no freio perto da ponte do sítio do fio do seu Turibião.
Em seguida pegamos a estrada de Curitibano (que tá virada no djãnho mais que é curpa do estado) e se bandiamo pra banda da Fazenda Marli.
De modo geral a estrada da Fazenda Marli tá atipada, mas ainda há muitos pontos sem cascáio, o que tem dificurtado o trânsito do ônibus do vereadô Cide de Carça de Borso.
Valetas bem feitas pelo lado de fora da estrada.
Cascaiamento em vários pontos.
Os moradores recramam que em dias de chuva guasquiada, os alunos ainda ficam sem aula pro móde que o ônibus se vai pras valeta. Mas no geral tá boa e não tem pontos de arrancá a tampa do cárte.
Da estrada da Fazenda Marli garremo pra Vila Santa Catarina. Ao chegar na Vila também atestemo que tem mais obra feita que no PAC da Dirma.
Estradas virada num asfarto pras banda da Vila.
Da Vila se bandiemo pro rumo do Socorro (que tá virada num caminho fundo, mas não bamo mostrá foto pruquê nessa reportáge só bamo falá das localidade citada cumo recuperada). Saindo do Socorro caímo na 282 de novo.
Ao chegar na 282 travêis o motor do fuqui da reportage começou a faiar pelo excesso de velocidade que transitamos comunidades que estávamos com estrada boa.
Tivemos que parar o no pátio da igreja do Santo Antonho pra lixar o pratinado do fuqui.
Resorvendo o pobreminha dos faiamento do motor do fuqui.
Pobrema resorvido, se bandiemo pra banda da Freguesia pra cavar umas fotos baguá das que carquemos no Araçá, Fazenda Marli e na Vila Santa Catarina.
Mas, ao chegarmos na estrada achemos iniciarmente que tínhamos se perdido, pois tinha arguma coisa de errada com a estrada:
Morro que o fuqui foi pra primera reduzida pra escalá as pedrera.
Ao continuar transitando pela estrada da Freguesia, percebemos que a Patronagem deve ter se enganado ao relacionar a comunidade dizendo que a estrada foi recuperada, pois o trecho necessitou de corrente no Fuqui para conseguirmos treminar o trajeto.
Foto da localidade de Freguesia, que a Patronagem se confundiu
ao colocar no relatório das estrada recuperada.
Da Freguesia, rumemo pra banda do São José que também estava na relação de localidades já recuperadas:
Foto da estrada da Capela São José.
No início tamém achemo que nóis tinha errado a estrada, mas ao transitá mais um poco percebemo que a Patronagem que deve tê se cunfundido ao relacioná o São José na lista das estrada recuperada:
Novo padrão de valeteamento poromeio da Estrada
na suposta recém recuperada rodovia em São José.
Ficamos meio perdidos na prosa: No e-mail enviado no Palácio da Anacleto consta a comunidade de São José e Freguesia (dentre muitas outras) no grupo que tiveram obras da Secretaria, sendo que ao transitarmos pela autopista local, foi bem o contrário que presenciamos. Mas...
Alguns quilômetros a frente ao cruzarmos pela residência oficial de um dos Vereadores da Santa Casa Legislativa, lá estava a baita véia amoitada num canto:
Ao chegarmos mais perto para verificar, conseguimos fotografar através das macega, uma outra foto da baita véia.
Se entre 05 comunidades que visitamos apenas 03 foram recuperadas, gostaríamos de entender qual é a lógica dos serviços nas comunidades relacionadas pela Secretaria de Obras, pois realmente encontramos uma máquina na localidade de São José, na propriedade de um Vereador, sendo que nenhuma obra nova foi encontrada nas estradas.
Poooooor acaso dentro das 21 comunidades relacionadas como "Recuperadas", metade delas a Patronagem se refere são serviços particulares????????
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PERGUNTOU, acabando a gasulina do fuqui no Trevo do Posto do Bira e tendo que empurrá com lijereza até no Imboque.
Com oferecimento:
Apostilas de Aulas de Política do Pacote: "Há mais de 15 anos com experiência em ser base dos Governos".

























